A GlaxoSmithKline (GSK) uniu-se a outras empresas farmacêuticas globais e organizações líderes, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Fundaçõ Bill e Melinda Gates, o Departamento de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido e Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), em um novo esforço conjunto para apoiar os países em desenvolvimento eliminar doenças tropicais negligenciadas (NTDs - sigla em inglês). As NTDs afetam mais de um bilhão de pessoas, em países em desenvolvimento, causando doenças, incapacidade e morte, aumentando a carga sobre os sistemas de saúde já sobrecarregados.
Essa coalisão apoiará os objetivos ambiciosos estabelecidos pela OMS, em fevereiro de 2012, para controlar ou eliminar dez das 17 doenças designadas como NTDs, até o final da década. Isso inclui a eliminação de cinco doenças: filaríose linfática (elefantíase), o verme da Guiné, tracoma cegante, doença do sono e hanseníase, e controlar mais cinco: geohemintíases, esquistossomose, cegueira do rio, dioença de Chagas e leishmaniose visceral, até 2020.
O diretor executivo da GSK, Andrew Witty, afirma: "estamos comprometidos a fazer nossa parte na ajuda para alcançar a cobertura universal dos prgramas de intervenções para doenças que podem ser controladas ou eliminadas pelos tratamentos existentes, e a estimular a P&D (pesquisa e desenvolvimento) de novos tratamentos para doenças que, atualmente, carecem de qualquer tratamento. Através dessa nova parceria, temos tanto os meios quanto a energia para atingir um golpe decisivo a doença, nos países mais pobres do mundo".
Em apoio a esses objetivos, a GSK expandiu seu programa de doação de albendazol, que se destina a duas doenças negligenciadas, e fortaleceu seu compromisso para apoiar esforços de P&D. Hoje, a empresa comprometeu-se a ampliar, por mais cinco anos, o seu compromisso de doar 400 milhões de comprimidos de albendazol, todos os anos, para a OMS para permitir a desparasitação de crianças em idade escolar, em todos os países endêmicos. A expansão desse programa se igualará a dois bilhões de comprimidos de albendazol, até 2020.
Fonte: Revista Pharmácia Brasileira nº 84
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